O site da Paisà teve mais uma atualização, com textos sobre Dreamgirls, Venus, Turistas, Piratas do Caribe 2 e alguns disquinhos.
Compareça:
www.revistapaisa.com.br
sexta-feira, 2 de março de 2007
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Sérgio Alpendre
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22:42
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Post BBB.
ou, meu momento quase fascista do dia.
Amanhã é dia de paredão bizarro: Alemão X Siri. Não sou do time que acha os dois bonzinhos, e donos de todas as virtudes, mas são, sem dúvida, os melhores jogadores. Um deles vai cair, e o outro dificilmente será tão interessante sozinho. Pois o alemão ganha com a meiguice e o falso medo da Iris, que não é nada falsa, mas sabe jogar muito bem com o "quero mas tenho medo". E ela também lucra com a atenção, e mesmo com as inúmeras broncas dadas pelo alemão. Foram para o paredão porque não tiveram ajuda alguma, e a Fani, que não tem a menor idéia de como se joga aquele troço, praticamente jogou o milhão pela janela ao colocar o Justin, e enterrou de vez suas chances ao dar piti pelo anjo, por, segundo ela, não ter nada a ver com o ódio da casa para com o trio. Alberto tem tudo para bater o recorde de rejeição de todos os BBBs. Eu nem tinha tanta raiva dele, mas depois que percebi seu desprezo pela própria namorada, fiquei com a impressão que esse cara deve ser o cancro do mundo. Ok, nem tanto assim, mas que é um ser desprezível, eu não tenho dúvidas.
Fico sempre pensando como seria eu lá no meio deles. Tenho a convicção que nenhum deles seria meu amigo, com a possível exceção de Alan Pierre, que saiu cedo demais para que eu comprovasse. Mas na casa, penso que me daria bem com a maioria, e tentaria uma via conciliatória entre os dois grupos que tanto se odeiam, pelo menos depois que o Felipe saiu (antes eu só iria ficar comendo num canto e fazendo exercícios enquanto todos estavam dormindo). Alemão talvez seja o mais diferente de mim, o que mais dificilmente seria meu amigo fora dali (o Alberto não conta, às vezes custo a crer que ele seja gente), mas seria o mais divertido de ficar perto, o que ia provocar mais risadas. Pena que a raiva dele deve tirar boa parte de sua vontade de farrear. E eu temo mesmo que ele perca o milhão caso fique na casa e resolva atacar a Fani de novo. Pois se o prêmio sobrar para a Flávia, que é a mais inteligente, mas é politicamente correta demais (talvez seja esse o seu maior trunfo, mas é um trunfo chato de se ver).
Minha torcida, não tem jeito, vai para quem vencer o paredão de amanhã. Mas que seria divertido ver o alemão cair fora por ter dado um baita dum soco no Alberto, ah... como seria.
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Sérgio Alpendre
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03:27
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Em homenagem ao mestre:
Novo Top Scorsese:
1) Touro Indomável (1980)
Cassino (1995)
3) Depois de Horas (1985)
Cabo do Medo (1991)
A Época da Inocência (1993)
O Rei da Comédia (1983)
Vivendo no Limite (1999)
8) Taxi Driver (1976)
A Última Tentação de Cristo (1988)
Os Bons Companheiros (1990)
Gangues de Nova York (2002)
12) Alice Não Mora Mais Aqui (1974)
A Cor do Dinheiro (1986)
14) O Aviador (2004)
Os Infiltrados (2006)
16) Caminhos Perigosos (1973)
New York New York (1977)
18) Contos de NY - ep: Lições de Vida (1987)
19) The Last Waltz (1978)
20) Sexy e Marginal (1970)
21) Quem Bate à Minha Porta ?(1967)
22) Kundun (1997)
docs fora... curta de início de carreira idem. Empates são covardes, eu sei, mas não teve jeito.
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Sérgio Alpendre
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13:17
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domingo, 25 de fevereiro de 2007
A Grande Família, O Filme, de Maurício Farias, é uma daquelas experiências que fazem com que eu me pergunte o que diabos aconteceu com o bom senso. Porque me parece impossível que tanta idiotice, tantas piadas mal feitas, tantas cenas mal concatenadas e pessimamente dirigidas causem risos na platéia. E a platéia ria muito. Rir da série de TV (que, afinal, não é tão ruim assim), ou das caretas de Marco Nanini, ou de uma ou outra participação do Pedro Cardoso, tudo bem. Estão em um contexto vexaminoso, mas ainda assim tem sua graça. Mas o pessoal ria das coisas mais infâmes possíveis. O filme é nulo dramaturgicamente. É um verdadeiro escândalo que seja feito e distribuído, e que seja aprovado pela maioria do público. Dá muita tristeza ver a que ponto chegou o cinema comercial brasileiro. Chega ao ponto de torcermos para Bruno Barreto filmar mais, porque o pior que ele pode fazer é muito melhor do que esse lixo. Não me entendam mal. Gosto que filmes brasileiros façam sucesso. Mesmo que eu não gosto de determinados sucessos, acho importante. Só que A Grande Família é nocivo, um verdadeiro traste para a nossa cinematografia. Um mico de proporções absurdas. Desculpem, não gosto de posts assim negativos, mas precisava colocar pra fora a revolta.
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Sérgio Alpendre
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14:35
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Novos links adicionados:
http://dueloaosol.blogspot.com
http://cinekinos.blogspot.com
http://le-pickpocket.blogspot.com
Blogs de, respectivamente: Harry Madox (Portugal), Júlio Bezerra (Rio) e Lucian Chaussard (Floripa). Três que eu gostei bastante na época da votação para a Liga, mas tinha esquecido de colocar. Esse negócio de colocar links às vezes parece que não acaba nunca. Tem muitos mais que eu votei e esqueci de linkar, aos poucos vou lembrando.
Revendo Fassbinders, e chegando a uma quase convulsão com a beleza de O Medo Devora a Alma. As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, por outro lado, não me leva ao choro, mas continua perfeito. Minha revisão é mais ou menos cronológica. Até agora, esses dois e Martha continuam reinando soberanos, mas logo logo é a vez de O Direito do mais Forte, Roleta Chinesa, Num Ano com Treze Luas, todos filmes que eu adoro demais. E ainda falta descobrir Nora Helmer (alguém tem?), O Medo do Medo, Mamãe Kusters Vai para o Céu e alguns trabalhos mais raros para a TV alemã.
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Sérgio Alpendre
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20:15
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

A Viagem de Niklashausen (1970), de Fassbinder, é mais uma daquelas alegorias panfletárias que eram feitas na época, e também no Brasil. Só que os europeus (Godard, Fassbinder, Pasolini...) têm um senso de história, tragédia e densidade operística que os brasileiros não têm, com a exceção óbvia de Glauber Rocha. Essa densidade faz com que os momentos alegóricos de Niklashausen sejam muito, mas muito interessantes, muito por causa da câmera de Dietrich Lohmann, superior a todos os trabalhos que ele havia feito com o diretor até então. Curiosamente, é um trabalho parecido com o que Michael Ballhaus realizara no filme anterior de Fassbinder, Whity, só que muito mais bem-sucedido. Em Whity, especialmente na cena da leitura do testamento, perto do final, a câmera se perde em zooms sub-viscontianos, ao passo que em Niklashausen, todos os movimentos da câmera acompanham o tom ritualístico e solene do filme. Pena que os momentos panfletários existem aos montes. Um quase grande filme.
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Sérgio Alpendre
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15:12
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sábado, 17 de fevereiro de 2007
Novo link adicionado. O do redator da Paisà e da Cinética, Francis Vogner dos Reis.
http://franvogner.blogspot.com
E por falar em filmes, não vi escrotidão em Pequena Miss Sunshine. O que parece pegar é a cena da apresentação da menina no show de talentos, mas ali eu vi apenas o simplório, o reducionista, o caricato, nunca o abjeto. O filme é bem mediano, funciona em alguns trechos graças ao elenco, mas é extremamente frágil em sua defesa da freakolândia.
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15:15
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
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Sérgio Alpendre
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20:51
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novos links adicionados:
a Revista Zingu, herdeira de Rubem Biáfora, e editada por Matheus Trunk.
http://revistazingu.blogspot.com
e o blog dedicado a textos do Jairo Ferreira, que não gostava do Biáfora. Editado pelo redator da Paisà Juliano Tosi
http://cinema-de-invencao.blogspot.com
ambas altamente recomendáveis
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Sérgio Alpendre
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20:43
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Sérgio Alpendre
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13:50
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sábado, 10 de fevereiro de 2007
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Sérgio Alpendre
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01:28
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Filmes vistos ultimamente (de 8 de janeiro até hoje)
revisões em negrito
Pro Dia Nascer Feliz - João Jardim (Cine Atibaia) * * *
Mais Estranho que a Ficção - Marc Forster (Arteplex 2) *
The Heroic Trio - Johnnie To (DviX) * * * * *
O Boêmio Encantador - George Cukor (DviX) * * * * *
Down in the Valley - David Jacobson (DviX) * * *
Cavaleiro Solitário - Clint Eastwood (DviX) * * * *
Cartola - Lírio Ferreira e Hilton Lacerda (Tenda - Tiradentes) * * *
Conceição - alunos da UFF (Tenda - Tiradentes) * * * *
Cine Tapuia - Rosemberg Cariry (Tenda - Tiradentes) * * *
O Quadrado de Joana - Tiago Mata Machado (Tenda - Tiradentes) * * * *
O Céu Está Azul com Nuvens Vermelhas - Dellani Lima (Tenda - Tiradentes) *
Batismo de Sangue - Helvécio Ratton (Tenda - Tiradentes) *
Apocalypto - Mel Gibson (Arteplex 9) *
Os 12 Trabalhos - Ricardo Elias (Cinesesc) * * *
Borat - Larry Charles (DviX) * * * *
À Procura da Felicidade - Gabriele Muccino (Arteplex 1) * * *
O Último Rei da Escócia - Kevin McDonald (Arteplex 9) *
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Sérgio Alpendre
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17:17
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
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Sérgio Alpendre
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01:45
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terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Meus votos para o Alfred 2006
filme do ano
1 Amantes Constantes
2 2046
3 Espelho Mágico
4 A Casa do Lago
5 Dália Negra
direção
1 Philipe Garrel
2 Manoel de Oliveira
3 Wong Kar-wai
4 Alejandro Agresti
5 Brian De Palma
ator
1 Tony Leung, por 2046
2 Silvio Orlando, por O Crocodilo
3 Heath Ledger, por O Segredo de Brokeback Mountain
4 David Strathairn, por Boa Noite Boa Sorte
5 Louis Garrel, por Amantes Constantes
atriz
1 Hermila Guedes, por O Céu de Suely
2 Chen Shiang-chyi, por O Sabor de Melancia
3 Valeria Bruni-Tedeschi, por Amor em Cinco Tempos
4 Rosanne Holland, po A Concepção
5 Felicity Huffman, por Transamérica
ator coadjuvante
1 Nanni Moretti, por O Crocodilo
2 Mark Whalberg, por Os Infiltrados
3 Jack Nicholson, por Os Infiltrados
4 João Miguel, por O Céu de Suely
5 Mathieu Amalric, por Munique
atriz coadjuvante
1 Jasmine Trinca, por O Crocodilo
2 Meryl Streep, por A Última Noite
3 Laura Linney, por A Lula e a Baleia
4 Carmen Maura, por Volver
5 Clotilde Hesme, por Amantes Constantes
elenco
1 O Céu de Suely
2 A Concepção
3 Os Infiltrados
4 Amantes Constantes
5 2046
roteiro original
1 Amantes Constantes
2 O Crocodilo
3 O Plano Perfeito
4 Caché
5 Volver
roteiro adaptado
1 A Dama de Honra
2 Espelho Mágico
3 Dália Negra
4 Miami Vice
5 A Casa do Lago
cena do ano
1 a dança culminando com o beijo em A Casa do Lago
2 This time tomorrow, em Amantes Constantes
3 Grua que revela o corpo falecido em Dália Negra
4 a criança indo em direção à câmera e sorrindo, em Espelho Mágico
5 Nanni Moretti no carro, com fogo ao fundo, em O Crocodilo
filme de estréia
1 Orgulho e Preconceito
2 Estamira
3 Incuráveis
4 A Marcha dos Pinguins
5 Obrigado por Fumar
filme brasileiro
1 A Concepção
2 O Ano em Que Meus Pais Sairam de Férias
3 Crime Delicado
4 O Céu de Suely
5 Estamira
fotografia
1 Amantes Constantes
2 2046
3 Miami Vice
4 Dália Negra
5 O Novo Mundo
montagem
1 Os Infiltrados
2 Miami Vice
3 Dália Negra
4 Filhos da Esperança
5 A Concepção
direção de arte
1 2046
2 Dália Negra
3 Amantes Constantes
4 Espelho Mágico
5 Miami Vice
trilha sonora
1 Dália Negra
2 O Crocodilo
3 A Casa do Lago
4 Os Infiltrados
5 2046
som
1 2046
2 Miami Vice
3 A Casa do Lago
4 Os Infiltrados
5 Filhos da Esperança
efeitos visuais
1 O Labirinto do Fauno
2 Filhos da Esperança
3 Miami Vice
4 O Crocodilo
5 Espelho Mágico
pior filme
1 Irma Vap – O retorno
2 Memórias de uma Gueixa
3 O Alvo
4 Gatão de Meia idade5 Instinto selvagem 2
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Sérgio Alpendre
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16:57
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sábado, 27 de janeiro de 2007
Ainda estou em Tiradentes. Para não deixar órfão o leitor do major Chip Hazard, resolvi fazer algo que há tempos não fazia: um top
TOP Cinema Espanhol
1) Viridiana, de Luis Buñuel
2) O Espírito da Colmeia, de Victor Erice
3) Fale Com Ela, de Pedro Almodovar
4) Cria Cuervos (nunca revisto), de Carlos Saura
5) Terra Sem Pão (Las Hurdes), de Luis Buñuel
Lembrando que ainda haverá um ou dois posts sobre o Festival de Tiradentes em
www.revistapaisa.com.br/paisablog,
além de uma página em nossa próxima edição impressa (a sair em meados de fevereiro).
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Sérgio Alpendre
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11:33
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Crônicas de Tiradentes, cidade maravilhosa, festival abarrotado de gente.
boa leitura
www.revistapaisa.com.br/paisablog
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Sérgio Alpendre
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22:33
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sábado, 20 de janeiro de 2007

George Cukor, quando erra, é bom. Imaginem quando acerta...
...faz filmes como Dinner at Eight, Philadelphia Story, Gaslight e O Boêmio Encantador (Holiday, 1938), que saiu agora em DVD no Brasil. Mais na Paisà # 7, em meados de fevereiro.
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Sérgio Alpendre
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04:44
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

e por falar em Johnnie To, vi esta pequena pérola hoje: The Heroic Trio, de 1993, absurdamente delirante. Quem é sua heroína preferida no filme? A minha é Michelle Yeoh.
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03:37
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
www.revistapaisa.com.br/paisablog
A volta do blog dos festivais, daqui de Atibaia. Esquentando os tamborins para Tiradentes.
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03:10
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terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Filmes vistos (do final de novembro até hoje)
cotações de mico a * * * * *
(revisões em negrito)
Do You Like Hitchcock? - Dario Argento (DVD) * *
Brick - Rian Johnson (DVD) * *
O Guardião - Rodrigo Moreno (Cinesesc) * *
Amigas com Dinheiro - Nicole Holofcener (Arteplex 7) mico
Fonte da Vida - Darren Aronofsky (Arteplex 8) *
Days of Being Wild - Wong Kar-wai (DviX) * * * *
007- Cassino Royale - Martin Campbell (Arteplex 1) * * *
The Stranger Wore a Gun - André De Toth (DVD) * * *
Time - Kim Ki-duk (Uni 1) * *
C.R.A.Z.Y. Loucos de Amor - Jean-Marc Vallée (Arteplex 3) *
Menina dos Olhos - Kevin Smith (DVD) * *
Querelle - R.W.Fassbinder (DVD) * * * *
Um Bom Ano - Ridley Scott (Arteplex 1) *
Fuga de Absolom - Martin Campbell (DVD) *
Limite Vertical - Martin Campbell (DVD) * *
Perversa Paixão - Clint Eastwood (DVD) * * * *
Opening Night - John Cassavetes (CCBB - Rio) * * * * *
O Ilusionista - Neil Burger (Arteplex 6 - Rio) * *
Filhos da Esperança - Alfonso Cuarón (Uni 1 - Rio) * * *
A Woman Under the Influence - John Cassavetes (CCBB - Rio) * * * * *
Faces - John Cassavetes (CCBB - Rio) * * * * *
Intervalo Clandestino - Eryk Rocha (Cinesesc) *
Maria Antonieta - Sofia Coppola (Olido) * * *
Você é Tão Bonito - Isabelle Mergault (Belas Artes - Portinari) *
Morro da Conceição - Cristiana Grumbach (Cinesesc) * *
Gatão de Meia Idade - Antonio Carlos da Fontoura (Cinesesc) mico
Adrenalina - Mark Neveldine e Brian Taylor (Gemini 1) * *
A Conquista da Honra - Clint Eastwood (Arteplex 1) * * * *
O Crocodilo - Nanni Moretti (E.Uni 4) * * * *
Sólo con tu Pareja - Alfonso Cuarón (DVD) *
Love, etc - Marion Vernoux (DVD) * *
Bronco Billy - Clint Eastwood (DVD) * * * *
O Amor Não Tira Férias - Nancy Meyers (Arteplex 3) *
O Céu de Suely - Karim Ainouz (Uni 3) * * *
Martha - R.W.Fassbinder (DVD) * * * * *
Na Linha de Fogo - Wolfgang Petersen (DVD) * * *
Poder Absoluto - Clint Eastwood (DVD) * * * * *
Loving Walter - Stephen Frears (DVD) * * *
Uma Noite no Museu - Shawn Levy (Arteplex 1) * * *
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03:36
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Na Linha de Fogo é um belo thriller de Wolfgang Petersen, diretor sempre bombardeado por ter se rendido ao cinemão e não fazer dele um portal para o contrabando, ainda que idéias que podem ser reconhecidas como as de um contrabandista possam ser encontradas em Inimigo Meu. Em Na Linha de Fogo, que apresenta um curioso paralelo de sinais invertidos com a obra-prima de Eastwood, Poder Absoluto, há uma série de explicações da natureza do vilão. Curioso que muitos críticos bons tenham birra com esse tipo de artifício explicativo, que insiste em justificar o comportamento psicopata. Penso que se a explicação é boa o suficiente para não cair no ridículo, tudo bem. Claro que o ideal é provocar o espectador, fazê-lo pensar. Mas num thriller como esse, em que ficamos tensos com a trama, a ponto de esquecer, mesmo que por poucos minutos, as noções mais formais que tanto nos interessam (a nós, críticos, e a nós, cinéfilos preocupados com a estética), explicações podem servir para que o vilão tenha uma dimensão ainda maior, e provoque certa empatia, certa torcida de que, no duelo inevitável com o mocinho, ele tenha pelo menos uma morte honrada. Entramos definitivamente no terreno da ficção, e a acompanhamos com a lógica de quem se entrega ao conteúdo, sem esquecer que Petersen é um bom artesão, filma direitinho, e é esperto na investigação do caráter do americano médio, bem como de seus aspirantes a herói.
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17:28
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
MELHORES DE 2006
1) Amantes Constantes * * * * *
2) 2046 * * * * *
3) Espelho Mágico * * * * *
4) A Casa do Lago * * * * *
5) Dália Negra * * * *
6) A Dama de Honra * * * *
7) Os Infiltrados * * * *
8) Miami Vice * * * *
9) O Crocodilo * * * *
10) O Plano Perfeito * * * *
11) O Novo Mundo * * * *
12) A Concepção * * * *
13) Caché * * * *
14) A Criança * * * *
15) Volver * * * *
16) O Sabor da Melancia * * * *
17) O Segredo de Brokeback Mountain * * * *
18) O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias * * *
19) Filhos da Esperança * * *
20) Eleição * * *
Comentários: Não concordo com a afirmação de muitos de que foi um ano fraco. Talvez não tenha sido um ano tão bom quanto o anterior, que tinha várias obra-primas, sendo que seis delas (Marcas da Violência, Reis e Rainha, Menina de Ouro, O Signo do Caos, Terra dos Mortos e Um Filme Falado) eram de grande estatura (ou seja, ganhavam nota 10 nas minhas anotações pessoais) - neste ano só um filme conseguiu 10 (Amantes Constantes); mas foi um ano repleto de grandes filmes, exceto para o cinema brasileiro, que conseguiu emplacar apenas um filme no top 20 (no ano passado tinha um no top 10 - O Signo do Caos - e mais 3 no top 20 - Cinema Aspirinas e Urubus, O Fim e o Princípio e Bens Confiscados). Ou seja, um ano menos inspirado para o cinema brasileiro. Se serve de consolo, dois filmes entrariam num top 25 de 2006: O Céu de Suely e Crime Delicado. Completando esse top 25 teríamos Cassino Royale, Viagem Maldita e A Última Noite. Pode ser que eu esteja esquecendo algum filme, e que depois eu corrija esta lista, mas por enquanto é isso aí.
P.S. Guilherme Martins resolveu aposentar o free as a weird e criar dois novos blogs: um de esportes, com ênfase em futebol (http://umdois-e-outros.blogspot.com); outro de cinema, que terá link constante na coluna à direita (http://oultimorefugio.blogspot.com). Não se espantem com a foto inicial, que é a mesma do blog finado para os dois recém-nascidos.
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13:24
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terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Blog em recesso até janeiro. Boas festas e um maravilhoso 2007 para todos.
Ano que vem promete: Clints, Maria Antonieta, Alfred, e a Paisà #7 sai em fevereiro, com os melhores de 2006.
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12:07
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Na impossibilidade de ver todos os filmes produzidos no Brasil, um crítico deve ver o que der, certo? Se uma retrospectiva como a do Cinesesc propicia a chance de ver o que se perdeu durante o corre corre do circuito, temos que aproveitar essa chance, certo? Pois é, acontece que dos três filmes que eu vi na retrospectiva até agora, o melhor pode ser considerado razoável com muito custo. Sim, porque Morro da Conceição, de Cristiana Grumbach, assistente de Coutinho, repete fórmula (entrevistas cavocadoras de histórias) e câmera (Jacques Cheuiche) de Edifício Master, mas parece que alguma coisa meio inexplicável esteve ausente durante a projeção. Seria Coutinho, com seu dom natural para arrancar as mais desinibidas confissões? Seria um ritmo mais claramente episódico, sem os irritantes planos fixos de ruelas e ladeiras (simpáticas, mas um tanto cansativas)? Acho que o que faltou mesmo foi uma amarra mais convincente para o recorte do filme. Ainda assim, dá pra ver. O que não se pode dizer de Intervalo Clandestino, decepcionante documentário invasivo de Eryk Rocha. Por que invasivo? Porque ele simula uma invasão de um programa apartidário, mas claramente cutucador, e por isso podendo ser considerado de oposição, no espaço de propaganda política da TV. Como é clandestino, o som falha, a captação de imagens por vezes é sofrível, mas, francamente, precisava abusar dos zooms sem sentido? Se o entrevistado era uma mulher com problemas dentários, taca zoom em sua boca, se era um senhor com sobrancelhas grossas e de fios rebeldes, soca sobrancelha na tela inteira. Essa falta de tato irrita, por mais que a intenção fosse dar uma cara mais amadorística à intervenção. Nada amadorística, entretanto, são as abstrações inseridas durante o filme. Algo que Carlos Adriano ou Joel Pizzini já fizeram muito melhor, e a que Rocha parece dar um valor excessivo, tirando bastante a cara de clandestinidade da coisa, pois o que cheira a experimentalismo, tem muito mais a ver com uma certa concepção fechada de obra, contrastando com o aspecto "ver no que dá" do restante do filme. Pior ainda é Gatão de Meia Idade, de Antonio Carlos da Fontoura. O que aconteceu a esse diretor? Se a intenção é fazer cinema comercial, que se faça decentemente, que se conheça um mínimo da linguagem cinematográfica. Sei que Fontoura a conhece, mas a sucessão de cenas e planos constrangedores parece dizer que não (flashback das ex-namoradas, cenas com a ninfeta e a amiga, as crises do gatão, o overacting de Alexandre Borges). De um cara que já fez Copacabana Me Engana e Rainha Diaba se espera muito mais.
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23:09
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terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Maria Antonieta, de Sofia Coppola, é bem mais bizarro do que eu esperava. Sim, a trilha é aquela salada pop que todos falaram, com Siouxie and the Banshees, Bow Wow Wow, Adam & the Ants, The Cure e outros oitentistas. Mas a frieza conseguida com essa idéia de colocar músicas pops atuais às vezes é exagerada. Quando engrena, no entanto, o filme flui muito bem. E muito dessa fluência vem, por incrível que pareça, da trilha mais conservadora, mais próxima do que se espera de um filme dessa época (a proximidade da Revolução Francesa). Ou seja, a opção que poderia ser a mais radical de Coppola acaba não sendo tão radical assim, e ainda ameaça ir contra o filme. Mas a estranheza prevalece, principalmente porque não estamos habituados a um filme do século 18 que tenha atuações e entonações que não pretendem disfarçar que estamos no século 21, em pleno revival do início da década de 80. É um filme neo-romântico, como o que Simon Le Bon, o vocalista do Duran Duran, teria feito em 1981. É também um filme desigual e talentoso, o mais fraco de Sofia Coppola, mas disparado o mais arriscado. Tomara que faça sucesso.
obs: o filme foi visto no Cine Olido, dentro de um festival sobre figurinos que promete, em 2007, uma ampla retrospectiva com os filmes de figurinos mais interessantes da história do cinema desde os anos 20. Vamos ver no que dá essa doideira...
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Sérgio Alpendre
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01:48
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terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Paisà # 6
- Um passeio pelo cinema brasileiro em 2006
- os segundos filmes
- os veteranos do cinema novo
- documentário/ficção
- políticas do cinema brasileiro
- Críticas de O Labirinto do Fauno, Filhos da Esperança, Dias Selvagens, Babel, Entreatos e Peões, Trilogia das Cores, Sans Soleil, Macunaíma...
- 20 grandes filmes de guerra
- ensaio de Adrian Martin
- cobertura da Mostra SP e do Festival do Rio
- Os Sete Samurais reloaded
e mais... já nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro (bem, no Rio a partir de quinta)
boa leitura
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Sérgio Alpendre
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00:23
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sábado, 9 de dezembro de 2006
Dois filmes de Martin Campbell. O primeiro, Fuga de Absolom, é bem fraco, e seu único interesse vem do paralelo que se pode fazer entre a trama que se desenvolve numa ilha presídio e a história da Austrália, antiga colônia penal britânica. Como Campbell é neozelandês, imagino que alguma analogia tenha sido pretendida pelo diretor. Se é que há mesmo uma rivalidade entre Austrália e Nova Zelândia. De resto, sobram soluções ridículas, vilões sem interesse e até mesmo um subtexto homossexual muito mal desenvolvido entre o personagem de Ray Liotta e o de Kevin Dillon.
Limite Vertical, por outro lado, é bem interessante, ainda que abuse das soluções dramáticas rasas, principalmente com as mudanças de atitude drásticas e previsíveis de Scott Glen. O personagem de Bill Paxton é de longe o mais interessante, mas a lição de moral que o filme tenta passar às custas dele quase joga por terra a boa aventura que acompanhamos. Formalmente, trata-se de um portfólio de imagens aéreas e gruas onipresentes, mas não dá pra negar que haja certo encanto no desafio à natureza que o filme propõe e no branco que invade o filme. Esse desafio, no entanto, só é possível graças à teimosia sem limites do personagem de Paxton, e de sua falta de escrúpulos. Porém, Paxton tampouco é um vilão. Quando muito ele é um elemento desestabilizador. Mas no final, percebemos que o fator complicador da história toda é menos a natureza indomável e mais a nitroglicerina, traiçoeira e cheia de manhas.
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Sérgio Alpendre
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03:38
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Menina dos Olhos (2004), de Kevin Smith, não é ruim como falaram na época. Em alguns momentos, ele é bem simpático, principalmente quando é centrado nos diálogos mais mornos, que não servem muito para que a trama avance. Nesses momentos, a inteligência de Smith prevalece. Destaco o incrível diálogo com Will Smith, pivô - sem saber - dos maiores infortúnios profissionais do personagem de Ben Afleck. Pena que o diálogo termine com a mudança de postura do protagonista, ainda que seja perceptível a sua falta de convicção em um possível retorno à vida de executivo do show business. Uma cena apaziguadora durante a apresentação perto do final faz arrepiar, pelo sorriso da pequena atriz que faz a filha de Ben Afleck. Um filme a que se assiste sem esforço.
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Sérgio Alpendre
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22:10
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terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Mais sobre Cassino Royale quando o filme estrear. Por enquanto, adianto que Daniel Craig tem tudo para ser o melhor ator a viver o personagem. Para mim, o posto já é dele. O filme é dos melhores da série, pau a pau com A Serviço de Sua Majestade, Goldfinger e A Chantagem Atômica. Cassino Royale foi dirigido por Martin Campbell, que já havia dirigido Goldeneye, um dos bons episódios com Pierce Brosnan no papel. Como Campbell fez também o charmoso A Máscara do Zorro, pode-se dizer que é um dos mais interessantes diretores a dirigir filmes da série.
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Sérgio Alpendre
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14:02
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sábado, 2 de dezembro de 2006
A regra aqui é falar de cinema. Mas como toda regra existe para ser quebrada, me senti na obrigação de postar aqui algo que já postei no menos frequentado melomania:
Não há nada, nada remotamente próximo do que os Novos Baianos atingiram em seus discos. Escuto agora Novos Baianos FC (1973), antes escutei o igualmente mágico Linguagem do Alunte (nome oficial: Novos Baianos, disco de 1974). Mas poderia ter escutado Acabou Chorare (1972), Ferro na Boneca (1970), Vamos pro Mundo (1975) ou Caia na Estrada e Perigas Ver (1976). Minha reação é sempre a mesma. Nenhum artista popular atingiu o absurdo do genial como esses malucos fizeram. É antídoto para qualquer tipo de infelicidade.
Obs: a foto que ilustra o post é da capa original do LP Acabou Chorare.
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Sérgio Alpendre
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17:16
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I Love to Singa (1936), de Tex Avery. Com Owl Jolson e Fritz Owl.


